“O gesto do GORJ é um marco histórico, mas a verdadeira força da obra depende da resposta de cada irmão.”
O Grande Oriente do Rio de Janeiro, sob a liderança do Sereníssimo Grão-Mestre André Santos Wanderley, deu um passo que ficará registrado na memória da Maçonaria fluminense: tornou-se sócio efetivo do Instituto Conselheiro Macedo Soares. Este ato não é apenas institucional; é um símbolo de união, de fraternidade e de compromisso com o futuro.
O Instituto, que hoje protege e forma 80 meninas, é a única obra social eminentemente maçônica que reúne todas as Potências regulares do estado. Ele não é apenas um abrigo: é uma forja de cidadãs conscientes, preparadas para transformar seu meio.
Mas o gesto do GORJ é também um chamado. Como disse Olnecir Marques de Andrade, representante do Instituto, “o passado não passou de acidentes fruto de homens que não compreenderam o sentido real da obra e dos princípios maçônicos que devem nos conduzir”. E, em nome das meninas, lançou a pergunta que deve ecoar em cada Loja e em cada coração: “Se sou maçom, por que ainda não me associei?”
Este manifesto é um convite à ação. Não basta admirar o ato, é preciso segui-lo. Não basta reconhecer a obra, é preciso sustentá-la. Não basta ser maçom de palavras, é preciso ser maçom de gestos.
Que cada Loja responda. Que cada irmão se associe. Que a Maçonaria fluminense mostre, unida, que sua força não está apenas nos rituais, mas na transformação concreta da sociedade.