No Oriente de Bangu, quando os céus se abriram em reverência ao Grande Oriente do Rio de Janeiro, uma nova estrela ascendeu ao firmamento maçônico. Sob a égide do Sereníssimo Grão-Mestre André Santos Wanderley, ladeado por sua comitiva leal e incansável, ergueu-se em rito sagrado a Augusta e Respeitável Loja Simbólica Liberdade Aethernox nº 78.
O estandarte, consagrado em sessão de rara magnificência, não foi apenas tecido em pano e símbolos: tornou-se um estandarte de destino, tremulando como promessa de liberdade e fraternidade. Cada palavra proferida, cada gesto ritualístico, ecoou como trovão nos salões da história, anunciando que uma nova chama se acendeu para jamais se apagar.
Em discurso que ressoou como oráculo, o Grão-mestre exaltou a importância da Loja recém-nascida nos projetos de expansão e fortalecimento da Potência. Afirmou que sua constituição é fruto da escolha certeira, do labor incansável de sua equipe, e projetou que a Liberdade Aethernox despontará como uma das mais radiantes constelações na plêiade que compõe o pálio do Grande Oriente do Rio de Janeiro.
Assim, no Oriente de Bangu, não nasceu apenas uma Loja: nasceu um mito, um farol, um estandarte que se ergue contra os ventos do tempo, guiando irmãos e gerações futuras rumo à luz eterna da sabedoria, da justiça e da liberdade.