O Grande Oriente do Rio de Janeiro (GORJ) transformou a celebração do Dia do Maçom em um verdadeiro espetáculo de cultura, gratidão e esperança. A solenidade reuniu irmãos e convidados em um ambiente de profunda reverência, onde cada palavra e gesto reforçaram o compromisso da Maçonaria com a construção de um mundo mais justo e fraterno.
A abertura ficou marcada pela palestra do Grande Secretário Adjunto de Cultura e Ritualística, Ir.: Cloves que trouxe à tona a verdade histórica sobre a Independência do Brasil e o papel da Maçonaria nesse processo. O público, tocado pela força das ideias, respondeu com aplausos calorosos, reconhecendo a relevância da reflexão.
O momento mais aguardado foi a entrega de comendas e diplomas a personalidades que se destacam na vida civil. Entre os homenageados, o brilho especial recaiu sobre o projeto Instituto Juntos Pelo Bem, e Diogo Raphael Medeiros, cuja dedicação incansável aos mais necessitados foi celebrada com emoção.
Em nome dos secretários, o Grande Secretário de Planejamento Estratégico, Ir.: Olnecir, discursou sobre a importância da data e o árduo trabalho da administração em favor dos desvalidos. Sua fala trouxe uma metáfora poderosa: “No Dia do Maçom, celebramos não o conforto, mas a coragem de atravessar a dor da própria lapidação. Cada golpe que damos em nossas imperfeições machuca, cansa, exige renúncia — mas também revela, pouco a pouco, aquilo que sempre esteve escondido em nós.”
O encerramento coube ao Sereníssimo Grão-Mestre André Santos Wanderley, que destacou o papel do GORJ na construção de dias melhores e lembrou que a Maçonaria é movida pela gratidão ao Grande Arquiteto do Universo. Em palavras que ecoaram como um chamado à esperança, afirmou: “Enquanto o mundo dorme, os homens de preto e de avental trabalham incessantemente para que a paz e a concórdia reinem em todo o orbe.”
A plateia respondeu com aplausos entusiasmados, selando uma noite que ficará marcada na memória de todos.
Mais do que uma solenidade, o evento foi um testemunho vivo da força da Maçonaria: uma irmandade que, mesmo ferida pelo esforço da lapidação, segue firme na construção de caráter, solidariedade e luz para a humanidade.